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5º Simpósio Gaúcho de Animais Selvagens


Sobre o Simpósio: De 07 a 09 de junho de 2012, em Santa Maria – RS acontece o 5º Simpósio Gaúcho de Animais Selvagens. O evento será formado por palestras, minicursos e apresentação de trabalhos científicos

Submissão de Trabalhos:
Os trabalhos podem ser enviados até o dia 05 de maio de 2012 para o e-mail: simposiogaucho2012@gmail.com. Para envio de trabalhos é necessário que o autor esteja inscrito no evento e os trabalhos selecionados serão apresentados sob forma de pôster no dia 09 de junho de 2012
Inscrições: As inscrições são realizadas através do envio de ficha de inscrição preenchida juntamente de comprovante de depósito bancário no valor da taxa de inscrição para o e-mail: simposiogaucho2012@gmail.com. As inscrições podem ser realizadas para o simpósio ou par o simpósio e mais minicursos. Há desconto para as inscrições realizadas até o dia 31 de maio de 2012

Minicursos:
Os minicursos ministrados durante o simpósio são:
  • Contenção em animais selvagens;
  • Identificação de Aves;
  • Taxidermia Tradicional;
  • Coleta de material biológico;
  • Patologia clínica de animais selvagens;
  • Etologia de Primatas;
  • Manejo de aves em cativeiro;
  • APCC em Quarentenários de Zoológicos e Hospitais Veterinários
Valor 70,00 a 170,00
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"Super Lua"


Neste sábado, dia 05 de maio, a Lua vai estar mais próxima da Terra, a uma distância de cerca de 356 574 quilómetros, cerca de 6530 quilómetros a menos do que o normal.

O fenômeno, designado por alguns com “Super Lua“, acontece quando a Lua cheia coincide com o ponto – chamado de Perigeu Lunar – em que esta se encontra mais próxima da Terra do que o normal.

Segundo os especialistas, o fato da Lua estar mais próxima do que o normal vai levar a um aumento da força gravítica até cerca 5% entre a Terra e a Lua, mas para além de uma variação das marés, qualquer tipo de influência da Lua será imperceptível.

Mas, para os românticos a Super Lua é um bom momento para um jantar a luz da lua.

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O Impacto das Hidrelétricas na Amazônia


Para quem ainda desconhece o impacto das hidrelétricas no meio ambiente o vídeo acima é bem esclarecedor.

E ai será que depois de assistir ao vídeo acima você continua considerando as hidrelétricas fonte de energia limpa?

Pois, bem está na hora de pararmos e começarmos a refletir sobre que mundo deixaremos para nossos filhos, e principalmente que filhos deixaremos para o mundo.

Fonte:
 
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Dica de Leitura


A dica de leitura de hoje é para quem gosta de plantas. O Livro “As Ervas do Sítio” escrito por Rosy Bornhausen está repleto de história, magia, saúde, culinária e cosmética. Pois é, as plantas são capazes de curar, embelezar, dar sabor e alegrar nossas vidas. Quando Rosy afirmou isso, anos atrás, pouca gente no Brasil tinha se dado conta dos poderes das ervas. Sucessivas reedições comprovam o sucesso de seu livro.

Essa obra que introduz o leitor nesse rico universo verde ensina a plantar, a cuidar e a usar da melhor maneira dezenas de espécimes. Trata-se de um passaporte para que as pessoas, cada vez mais envolvidas pelas atribulações da vida moderna, recuperem conhecimentos antigos e cada dia mais úteis.  

Boa leitura!

Dedico esta postagem a minha mãe Ana Maria uma grande fã das obras de Rosy Bornhausen.
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Ciência Comprova a Importância da Convivência com Gatos

Quem diria após centenas de anos de preconceito e perseguições, os gatos estão sendo absolvidos por meio de um papel inesperado: o de amigos e "terapeutas".

A jornalista francesa Véronique Aïache explica, em seu livro La Ronron Thérapie, devidamente embasada por trabalhos científicos, como o convívio com gatos pode melhorar e muito a vida das pessoas.

Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom - o som feito pelos gatos quando estão em repouso - em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Segundo Véronique, ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir.

No Brasil os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no começo da década de 1950, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados positivos em relação às terapias agressivas, como lobotomia (retirada de uma parte do cérebro, em épocas antigas, a lobotomia era usada em pacientes com certos tipos de doenças mentais como forma de acalmá-los) e eletrochoque.

"Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento", diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido, pois a frequência do ronrom é entre 25 e 50 Hertz, a mesma utilizada na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões.

Até mesmo a gigante de tecnologia Apple em parceria com o veterináio Gauchet lançou um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário provoca em viagens. A Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, em um estudo realizado em 2008 mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o estresse. Detalhe só não pode ser alérgico a pelos.

Acredite, segundo uma pesquisa científica sobre posse de animais de estimação, na Grã Bretanha donos de gatos são mais propensos a ter diplomas universitários do que aqueles que têm cães. Pois é, ao contrário dos cães, os gatos não precisam passear e ficam bem em casa sem a companhia das pessoas.

Dra. Jane Murray, professora de Epidemiologia Felina, que liderou o estudo, disse: "Os gatos necessitam de menos atenção  do que um cão, por isso eles são mais populares entre pessoas instruídas que trabalham até mais tarde e tem longos trajetos”.

Quer saber mais? O estudo acima foi  publicado no Veterinary Record jornal.

E você gosta de gatos? Se estiver pensando em adotar um amiguinho peludo lembre-se das responsabilidades que vem com ele! Abandonar e mal tratar animais é crime! Pratique Posse Responsável.

Fonte:

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Na Teia Dourada da Néfila


Se você tem o hábito de andar em trilhas na mata nesta época do ano, com certeza já deve ter se deparado com teias grandes, circulares e douradas. Pois bem, as responsáveis por tão bela teia são as néfilas (Nephila clavipes), aranhas grandes e de um colorido lindo que forma pontos amarelos sobre um fundo verde.

Mas não precisa ter medo, pois apesar de seu tamanho e aparência, a néfila é inofensiva para o homem. Caso você seja picado por ela sentirá somente uma dor local que passa logo depois.
A grande teia que essas aranhas constroem serve para a captura de alimento, que consiste de insetos de diversas espécies como abelhas, vespas, moscas e pequenas borboletas. As fêmeas são sempre bem maiores que os machos e dividem a mesma teia. A néfila na foto acima é uma fêmea.

A néfila vive em média um ano. Após o acasalamento que ocorre no final do verão e outono, as aranhas fazem a postura dos ovos e depois disto, morrem.  Por isso, não encontramos as néfilas nas matas no inverno e primavera. Portanto, é na primavera que os filhotes crescem e no verão ficam adultos, quando constroem suas grandes teias, tornando-se visíveis.

Ficou com vontade de conhecer a néfila pessoalmente? Então você está com sorte, pois está é a melhor época para encontra-la pelas trilhas das matas. Mas, lembre de respeitar a natureza. Não deixe lixo na trilha e nem leve nada além de fotos e boas recordações. Bom passeio!
Dedico esta postagem a amiga Edna Velinho uma apaixonada pelos aracnídeos.

Fonte:
LISE, Arno; SILVA, Estevam. Aranhas – inimigas ou aliadas? Guia ilustrado. Edipucrs. Porto Alegre. 2008. 
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Você Já Ouviu Falar na Palometa?


Para quem nunca ouviu falar a palometa (Serrasalmus spilopleura) é uma espécie de peixe carnívoro típico aqui da região sul.

Pois bem, na tarde deste domingo no Balneário Passo do Angico, em Toropi, aqui no Rio Grande do Sul, a palometa virou noticia, afinal pelo menos vinte pessoas foram atacadas por um cardume destes peixes.

Os banhistas sofreram pequenas mordidas nos dedos dos pés, das mãos e alguns ainda tiveram ferimentos nas orelhas, ambos receberam atendimento de socorristas do Corpo de Bombeiros e em seguida liberados.

Segundo o IBAMA, o baixo nível do Rio Toropi e a escassez de comida podem ter motivado o ataque. Apesar de esse simpático peixinho pertencer à família das piranhas e ser um peixe carnívoro, a palometa não tem o hábito de atacar as pessoas.
As autoridades locais recomendaram que a população e os turistas não entrassem no Rio, mas nesta segunda-feira voltaram atrás e liberaram o banho aumentando o número de salva-vidas no local. Mas, e você para fugir do calorão dos últimos dias arriscaria um banho no Rio Toropi?

Dedico esta postagem a um grande amigo, estudioso de peixes, Brites Pereira.

Fonte: